Programa nº 7 - ALZIRO ZARUR 


    Meus amigos e meus irmãos,
      DEUS ESTÁ PRESENTE!
      VIVA JESUS EM NOSSOS CORAÇÕES PARA SEMPRE!

      Nossa invencível LBV, sabotada por todos os meios e modos pelos involuídos mentais, mas sempre de pé para servir a DEUS e ao nosso Brasil e também a toda a Humanidade, e dando agora este recado que é o mais importante de todos, da Humanidade inteira, a mensagem do APOCALIPSE, o livro das profecias finais, que nos revela o que vai acontecer até o final deste ciclo: O GRANDE PLANEJAMENTO DE JESUS PARA TODO ESTE MILÊNIO. Quem é que pode governar a sua casa ignorando estas Verdades? Qual o Presidente que pode governar uma nação se ignorar este PLANEJAMENTO DO CRISTO? Pois, se a boa regra de governar é SABER PARA PREVER, PREVER PARA PROVER. Quem não sabe não pode  PREVER. Se não sabe PREVER não pode PROVER. Portanto só aquele que estuda o Evangelho e o Apocalipse, porque ambos são inseparáveis, será o Vencedor de que JESUS fala neste capítulo 2 do Seu Apocalipse, segundo São João, o discípulo Amado, a reencarnação de Daniel.
     Ao Vencedor é prometido que há de comer o fruto da Árvore da Vida que cresce no meio do Paraíso ou Jardim de DEUS. Temos que estar aqui vendo sempre a Bíblia mesmo ao pé da letra, e pouco a pouco tirar o véu da letra para que todos entendam bem a MAIOR MENSAGEM DE TODOS OS MILÊNIOS.
     Onde está, afinal, esse Paraíso?
     A resposta mais clara é do Apóstolo São Paulo: - NO TERCEIRO CÉU.
     O Apóstolo dos Gentios, na sua Segunda Epístola aos Corintios, capítulo 12, escreve que conheceu um homem, e referindo-se a sí mesmo, que havia sido arrebatado até ao Terceiro Céu. No versículo 4, ele chama ao mesmo lugar: PARAÍSO; permitindo a conclusão de que esse Paraíso está no Terceiro Céu. Nesse Paraíso se encontra A ÁRVORE DA VIDA. Ora, na Bíblia não se fala se não de UMA ÁRVORE DA VIDA. É mencionada seis vezes: três no Gênesis de Moisés e três neste Apocalipse. Mas é apresentada sempre com o artigo definido A: A ÁRVORE DA VIDA, no primeiro livro da Bíblia. A ÁRVORE DA VIDA, no último, o Apocalipse. A ÁRVORE DA VIDA NO PARAÍSO DO EDEN, Septuaginta, no princípio. E A ÁRVORE DA VIDA NO PARAÍSO, e agora João fala no Céu. Isto é muito importante. Depois saberemos porquê.
 
    
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (8)


    Mas vocês podem pegar muita coisa recordando a Epístola do Apóstolo dos Gentios aos Tessalonicenses, a segunda no capítulo 2, versículos 1 a 10: O MISTÉRIO DA INIQUIDADE. E também nos Atos dos Apóstolos de São Lucas no capítulo 20. Lá está a semente "nicolaíta".
    Claro que é o símbolo da fermentação do mal. E fica, então, bem claro que Nicolau é assim como Balaão, como Ântipas, como Jezabel. E muita coisa vamos ver neste sentido simbólico dentro do grande Apocalipse.
    QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS.
    Esta é a maneira solene de JESUS chamar a atenção para o que tem importância real e urgente. Na sua vida terrestre, JESUS usava a mesma forma de linguagem ao chamar a atenção do povo para os mais importantes dos seus ensinamentos. Por exemplo: quando se preocupou com a missão de João, o Batista, ele falou assim: "QUEM TEM OUVIDOS DE OUVIR, OUÇA." Para quem quiser verificar está no Evangelho segundo São Mateus, capítulo 11, versículo 15.
    E finalmente a promessa ao vencedor.
    Mas aqui chegamos ao fim deste Programa. A promessa ao vencedor nós falaremos dela amanhã, neste Programa que chegou na hora! JESUS ESTÁ VOLTANDO!
    GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS E MULHERES DA BOA VONTADE DE DEUS!
    VIVA JESUS!
        
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (7)

    Prestem bem atenção: A REMOÇÃO DO SEU CASTIÇAL REPRESENTARIA O LHE SEREM RETIRADOS OS PRIVILÉGIOS QUE PODIA E DEVIA DESFRUTAR DURANTE MAIS TEMPO. SERIA SUA REJEIÇÃO DA PARTE DO CRISTO JESUS, TANTO NA IGREJA EM CONJUNTO, COMO NOS INDIVÍDUOS, COMO NOS SEUS REPRESENTANTES EVENTUAIS, COMO PORTA-LUZES DA SUA VERDADE E DO EVANGELHO PERANTE O MUNDO.
    Dentre aqueles que professavam o cristianismo durante tal período, não sabemos quantos assim fracassaram, quantos foram rejeitados. Sem dúvida que muitos, porque Deus respeita o Livre-arbítrio. até mesmo dos Missionários que querem fracassar, que querem apostatar, renunciar à sua missão. É dura, mas é o caminho da salvação. 
     E assim iriam as coisas permanecendo, alguns firmes, outros caindo, deixando de ser Porta-vozes do mundo, enquanto novos cristãos iriam preenchendo as vagas feitas pela morte e pela apostasia, até que a Igreja atingiu uma era nova, e na sua experiência delimitada como outro período na sua história e abrangida por outra mensagem.
    E os nicolaítas?
    JESUS está pronto a reconhecer todas as boas qualidades que seu povo possa ter. Se há alguma coisa que mereça a sua aprovação, imediatamente Ele a menciona. É o que vemos nesta mnensagem à Igreja de Éfeso: tendo mencionado primeiro o seus bons traços, depois os maus, como se não quisesse passar adiante nenhuma das suas boas qualidades, menciona que eles aborreciam, isto é, rejeitavam as obras dos nicolaitas, as quais Ele também aborrecia, isto é, detestava. No versículo 15 é de novo condenada a doutrina com as mesmas características. Parece que os nicolaítas constituíam uma classe de pessoas cujas ações e doutrinas eram abomináveis diante de DEUS. Sua origem está envolvida em certa dúvida. Alguns dizem que procediam de Nicolau de Antioquia, um dos sete Diáconos - é o que se vê no Livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 6, versículo 5; outros, que a sua origem era atribuída a eles só para se apoiar, com o prestígio do seu nome. Finalmente outros, que a seita tomou o nome de um Nicolau de data posterior, e esta é a opinião mais correta. A cerca das suas doutrinas e práticas, defendiam a poligamia, considerando o adultério e a fornicação como coisas indiferentes a DEUS. E permitiam a todos comer coisas oferecidas e consagradas aos ídolos. Ora, devemos ver em Nicolau um nome simbólico tal como Balaão, Ântipas, Jezabel. Nicolau quer dizer: conquistador ou triunfador do povo (versão grega do hebraico Balaão), senhor ou destruidor do povo. Sendo assim os nicolaítas eram partidários ou defensores do sistema iníquo, idólatra, que vários bispos procurariam implantar na Igreja Romana, chamado por São Paulo - O MISTÉRIO DA INIQUIDADE, que já então germinava. E quatro séculos mais tarde atingia seu objetivo no período da Igreja denominado Pérgamo, e é o que nós vamos ver.
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (6)


    E o motivo da censura? TENHO PORÉM CONTRA TI, diz o CRISTO, QUE DEIXASTE O TEU PRIMEIRO AMOR.
    O abandono do primeiro amor não é menos digno de censura do que o afastamento das doutrinas fundamentais ou da moralidade Bíblica. Esta censura não se refere a uma queda da graça, nem à extinção do amor, mas à sua diminuição.
    NÃO HÁ ZELO NEM SOFRIMENTO QUE POSSA REPARAR A FALTA DO PRIMEIRO AMOR, observa Thompson com muita felicidade.
    Na experiência cristã nunca devia chegar o tempo em que, se alguém pedisse a alguém que mencionasse o período do seu maior amor ao Cristo, não pudesse dizer: O MOMENTO PRESENTE. Mas se tal tempo chegasse, então devia lembrar-se de onde caiu, meditar, tomar tento e juízo, recordar o estado da sua primeira aceitação da idéia do CRISTO e do seu Evangelho e, finalmente, apressar-se a se arrepender, voltar a dirigir os seus passos para esta desejável posição: INTEGRAÇÃO NO CRISTO.
    O AMOR COMO A FÉ É MANIFESTADO PELAS OBRAS.
    FÉ SEM OBRAS É MORTA. E o primeiro amor, quando alcançado, traz sempre consigo as primeiras obras de CARIDADE, A CARIDADE LEGÍTIMA.
    E esta ameaça? - SE NÃO, BREVEMENTE VIREI A TI E TIRAREI DO SEU LUGAR O TEU CASTIÇAL, SE NÃO TE ARREPENDERES.
    Ora, esta vinda deve ser uma vinda figurada, significando uma visitação de castigo. Tanto mais que é condicional. A remoção do castiçal significaria o fato de lhe serem tiradas a luz e de lhe serem tirados os privilégios do Evangelho e confiados a outras mãos, se não cumprisse melhor as responsabilidades que lhe foram confiadas pelo CRISTO. Isto é muito importante!
    Todos têm sua oportunidade, mas aproveitam ou não aproveitam. A missão é que não pode falhar. Uma falha, outro vem em seguida.
    Mas tendo em vista que estas mensagens são proféticas, alguém pode perguntar se o castiçal não seria sempre retirado de qualquer maneira, quer o missionário se arrepender quer não, porque essa Igreja seria seguida pela Igreja imediata, que devia ocupar o segundo período. E se isto não constituíria uma objeção contra os que considerassem estas Igrejas como proféticas?
    Existe resposta?
    Sim. Eis a resposta, mas a expiração do período abrangido por qualquer Igreja não é a remoção do castiçal dessa Igreja.
    
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (5)


  Ora, a primeira é  chamada ÉFESO.
   Segundo a aplicação feita aqui abrangeria o primeiro período, ou seja, o período apóstólico da Igreja Cristã. Note-se que quando falamos aqui de IGREJA CRISTÃ, não estamos falando em igreja católica, nem igreja protestante, nem igreja espírita. Para nós IGREJA CRISTÃ é a cristandade toda, são todos os cristãos, sejam quais forem as religiões que adotem. Vejam bem a amplitude desta definição. Cristianismo para nós não é apenas catolicismo, ou protestantismo, ou espiritismo. Isto só serve para dividir nesta interpretação. São todos aqueles que são realmente do Cristo - ou catílicos, ou protestantes, ou espíritas, ou umbandistas, já estão salvos. Mas só JESUS pode saber quais são os 144.000.
   Mas, como dizia, a palavra ÉFESO significa - desejável, podendo ser tomada como um bom termo descritivo do caráter e condição da Igreja em seu primeiro estado. Os primeiros cristãos receberam a Doutrina do CRISTO em toda a sua pureza, gozaram os benefícios e bênçãos do Espírito Santo. Eles eram notáveis pelas suas obras, trabalho e paciência. Em sua fidelidade aos puros princípios ensinados por JESUS, não podiam suportar os que eram maus, então punham à prova os falsos apóstolos, os falsos legionários. Examinavam seus verdadeiros caracteres e os achavam mentirosos, não eram soldados de DEUS, muito menos do CRISTO.
   Não temos evidência alguma de que isto fosse mais especialmente feito pela igreja literal, particular de Éfeso, do que por outras igrejas desse tempo. São Paulo Apóstolo não diz nada a esse respeito na Epístola que escreveu aos Efésios. Mas era feito pela Igreja Cristã como UM TODO naquele período, e essa era, aliás, uma obra muito a propósito naquele tempo. Basta verificar a segunda Epístola aos Coríntios, capítulo 11 e Atos dos Apóstolos de São Lucas no seu capítulo 15, versículo 2.
   Prosseguindo, qual a significação de O ANJO DA IGREJA
   O ANJO DA IGREJA significa um Mensageiro, um Ministro, um Emissário, um Missionário, o Responsável dessa Igreja. E como cada uma destas Igrejas abrange um período de tempo, o Anjo de cada Igreja deve significar O MISTÉRIO, O APOSTOLADO, A MISSÃO, O CONJUNTO DOS VERDADEIROS MISSIONÁRIOS DO CRISTO durante o período abrangido por esta Igreja. As diferentes Mensagens, posto que, dirigidas aos Ministros, aos Missionários, aos  Emissários de JESUS não podem ser aplicáveis somente a eles, porque são com propriedade, dirigidas por meio deles à própria Igreja, à CRISTANDADE.  
       
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (4)


    E diz Scott: Muitos expositores do Apocalipse têm pensado que estas epístolas às sete Igrejas da Ásia são profecias místicas de sete períodos distintos em que devia ser dividido todo o espaço compreendido desde os dias dos Apóstolos até o fim do mundo.
    Embora Newton e Scott não aceitem essa maneira de ver, seu testemunho é de valor. Porque mostra que foi a maneira de ver de muitos intérpretes bem intencionados do Apocalipse, mas não iluminados.
    Blonthia Flenry diz: Tem sido defendida por alguns comentadores de valor, uma opinião que pode ser resumida nas seguintes palavras de Vitringa: "Que sob esta representação emblemática das sete Igrejas da Ásia, o Espírito Santo delineou sete estados diferentes da Igreja Cristã, que aparecia em sucessão estendendo-se até a volta de CRISTO JESUS, isto é, até a consumação de todas as coisas. Que isto é apresentado em descrições tomadas dos nomes, estados e condições dessas Igrejas, de maneira que pudessem contemplar-se a si próprias e ver, tanto as suas boas qualidades como seus defeitos, e que conselhos e exortações lhes eram apropriados".
    Ora, Vitringa, apresentou um resumo dos argumentos que podem ser aludidos em favor desta interpretação. Até que alguns deles são engenhosos, mas não são hoje considerados suficientes para apoiar semelhante teoria. Thiam é um dos principais comentadores ingleses que adotam o modo de ver do que são profecias das Igrejas do Cristo nos diversos períodos de tempo até que Ele apareça de novo, isto é, até o dia da Sua volta.
    Lendo os autores citados, imediatamente nota-se que o que levou os comentadores dos tempos modernos a por de lado a idéia da natureza profética das mensagens às sete Igrejas foi a doutrina relativamente recente, sem base bíblica, do Milênio Temporal.
    O último período da Igreja como vem descrito no capítulo 3, versículos 15 a 17, pareceria incompatível com o glorioso estado de coisas que devia existir na terra durante mil anos, com todo o mundo convertido ao SENHOR DEUS. Daí neste caso, como em trantos outros, o ponto de vista escriturístico ceder lugar ao mais agradável. Os corações dos homens, como nos tempos antigos, ainda amam coisas aprazíveis e os seus ouvidos estão sempre favoravelmente abertos para aqueles que lhe falam de paz e felicidade.
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (3)

    ESCREVE AO ANJO DA IGREJA QUE ESTÁ EM ÉFESO: ISTO DIZ AQUELE QUE TEM NA SUA DESTRA AS SETE ESTRELAS E QUE ANDA NO MEIO DOS SETE CASTIÇAIS DE OURO: EU SEI AS TUAS OBRAS, O TEU TRABALHO, A TUA PACIÊNCIA, SEI QUE NÃO PODES SOFRER (OU SUPORTAR) OS MAUS; PUSESTE À PROVA OS QUE DIZEM SER APÓSTOLOS E NÃO SÃO, PORQUE TU OS ACHASTE MENTIROSOS; E SOFRESTE E MANTÉNS A PACIÊNCIA E TRABALHASTE PELO MEU NOME E NÃO TE CANSASTE. TENHO, PORÉM, CONTRA TI QUE DEIXASTE A TUA PRIMEIRA CARIDADE, O TEU PRIMEIRO AMOR. LEMBRA-TE, PORTANTO, DE ONDE CAÍSTE E ARREPENDE-TE, PRATICA AS PRIMEIRAS OBRAS, SENÃO BREVEMENTE VIREI A TI, TIRAREI DO SEU LUGAR O TEU CASTIÇAL, SE NÃO TE ARREPENDERES. ISTO DE BOM TENS, PORÉM: ODEIAS AS OBRAS DOS NICOLAÍTAS AS QUAIS EU TAMBÉM ODEIO. QUEM TEM OUVIDOS, OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS DO SENHOR. AO QUE VENCER EU LHE DAREI A COMER DO FRUTO DA ÁRVORE DA VIDA QUE ESTÁ NO MEIO DO PARAÍSO DE DEUS. 
    É muito importante esta mensagem primeira, dirigida à Igreja de Éfeso.
    A propósito do capítulo primeiro, versículo 4, foram apresentados alguns motivos pelos quais as igrejas, ou melhor ainda, as mensagens dirigidas a elas, deviam ser consideradas como proféticas, tendo a sua aplicação a sete períodos distintos que abrangiam a Era Cristã.
    Podemos acrescentar agora que este ponto de vista não é novo, nem local. 
    O famoso Benson cita o Bispo Newton a dizer: Muitos pretendem, e entre eles homens sábios como Moris e Vitringa, que as sete epístolas são proféticas e se referem a outros tantos períodos ou estados sucessivos da Igreja Cristã desde o seu princípio até o fim dos tempos.
       
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR - continuação (2)

    Vimos ontem o versículo 19:
    ESCREVE AS COISAS QUE TENS VISTO E AS QUE SÃO E AS QUE, DEPOIS DESTAS, HÃO DE ACONTECER.
    Entramos hoje no versículo 20:
    O MISTÉRIO DAS SETE ESTRELAS QUE VISTE NA MINHA DESTRA E DOS SETE CASTIÇAIS DE OURO. AS SETE ESTRELAS SÃO OS ANJOS DAS SETE IGREJAS E OS SETE CASTIÇAIS QUE VISTE SÃO AS SETE IGREJAS DO SENHOR.
    Ora, representar JESUS, o FILHO DO HOMEM, isto é, DEUS feito Homem como tendo em sua mão apenas os Ministros de Sete Igrejas da Ásia Menor, andando apenas no meio dessas sete Igrejas, seria reduzir, sinceramente, as sublimes representações e declarações deste capítulo, como também dos seguintes, à maior das insignificâncias. O cuidado providencial e presença do Senhor não se exercem apenas junto de um número restrito de Igrejas, mas junto de todo o seu povo, isto é, de toda a Cristandade. E agora a Cristandade, como nós a vemos pela revelação do Novo Mandamento: sois todos irmãos com diferentes nomes, católicos, protestantes, espíritas, umbandistas, judeus, muçulmanos, exotéricos, teosóficos e assim por diante. Não podemos apenas olhar JESUS assim, não apenas no tempo de João, nem através de todos os séculos, mas o CRISTO CÓSMICO enfileirando no regaço todas as suas ovelhas do mundo, com aquelas palavras que ainda estão dentro do nosso coração: "EU ESTAREI CONVOSCO TODOS OS DIAS ATÉ O FIM DO MUNDO, ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS".
    Mas depois de apresentar o assunto do capítulo 1º com referência geral às sete Igrejas, representadas pelos sete castiçais e aos Missionários ou Ministros ou Responsáveis pelas Igrejas, representadas pelas Sete Estrelas, João toma agora cada Igreja em particular e escreve a respectiva Mensagem dirigindo-a em cada caso ao Anjo da Igreja como está no original.
Programa nº 6 - ALZIRO ZARUR 

    Meus amigos e meus irmãos,
    DEUS ESTÁ PRESENTE!
    VIVA JESUS EM NOSSOS CORAÇÕES PARA SEMPRE!
  
    Felizmente estou encontrando boa aceitação para a explicação do Apocalipse à luz do Novo Mandamento. É que a maioria estava habituada a um Apocalipse católico, ou Apocalipse protestante, ou ainda um Apocalipse espírita. Mas nós, em obediência às normas estatutárias, não podemos, evidentemente, sair da nossa neutralidade. Não queremos ferir ninguém, queremos dar um Apocalipse de JESUS. Por isso que é mesmo de JESUS, através do grande vidente e psicógrafo que é João, o Evangelista, o Discípulo Amado.
    Victor Hugo escreveu: "Mais poderosa do que todos os exércitos do mundo é uma idéia cujo tempo tenha chegado". É o NOVO MANDAMENTO, é a idéia máxima, a última palavra de JESUS neste final de ciclo. É o caminho da realização da grande profecia do Redentor da Humanidade: "HAVERÁ UM SÓ REBANHO PARA UM SÓ PASTOR". Evidentemente o Pastor do Rebanho Único é JESUS, o CRISTO, que nos deu pessoalmente o seu NOVO MANDAMENTO, e sem este NOVO MANDAMENTO não há Religião, não há Filosofia, não há Ciência, não há Política, nem Bíblia, nem Evangelho e nem Apocalipse. Principalmente agora, porque JESUS ESTÁ VOLTANDO. E é por isso que estamos levando a todo o Brasil o Apocalipse em Espírito e Verdade à luz do NOVO MANDAMENTO.  Este Apocalipse é o último livro da Bíblia Sagrada, o livro das Profecias Finais.
Programa nº 5 - ALZIRO ZARUR - continuação (7)

    Também os cristãos têm o privilégio de sentir essa mão sobre eles fortalecendo-os, confortando-os em horas de provas e aflições. Cada cristão, inclusive eu nas minhas provas terríveis, ouço a mesma voz dizendo: NÃO TEMAS.
    A gente às vezes esquece que DEUS está vendo estas coisas. mas, a mais alegre certeza em todas estas palavras de conforto, é a declaração da grande Entidade, do Ser extraordinário que vive para todo o sempre e que é o arbítrio da morte e da sepultura, porque Ele diz: EU TENHO AS CHAVES DA MORTE E DO HADES, isto é, da sepultura, no grego original.
    A morte é um tirano vencido. Ela pode aplicar-se a sua macabra tarefa de amontoar nos sepulcros, através dos séculos, as preciosidades da terra. Pode se envaidecer, durante certo tempo com o seu triunfo aparente. Mas na verdade realiza um trabalho infrutífero, porque a chave da sua escura prisão, foi arrebatada das suas garras. Está agora segura nas mãos de alguém mais poderoso que a morte. Ela é obrigada a depositar os seus troféus num terreno onde outro tem absoluto domínio, e este é o imutável amigo, este é o AMIGO ÚNICO, de todas as horas, principalmente as más, as horas ruins, as horas tristes da solidão e do abandono, este é o REDENTOR daqueles que O amam.
    Vós, portanto, não vos entristeçais. E também não choreis os justos que partiram antes de vós; eles estão num porto seguro. Durante um pouco de tempo o inimigo o retém, mas um AMIGO DE FORÇA MAIOR possui a chave da prisão, esse AMIGO É JESUS que venceu a morte. E cada um de nós vai vencer a morte com o poder de JESUS.
    Finalmente o versículo 19:
    ESCREVE AS COISAS QUE TENS VISTO E AS QUE SÃO E AS QUE, DEPOIS DESTAS, HÃO DE ACONTECER.
    Neste versículo é dada a João, o Evangelista, na ilha de Patmos, desterrado por causa do seu testemunho da Palavra de DEUS, uma ordem peremptória para escrever toda a Revelação que se referia principalmente a acontecimentos que estavam no futuro, até o fim do ciclo, deste ciclo em que nós estamos. Alguns casos raríssimos haveria referências a acontecimentos então passados ou presentes. Mas essas referências tinham apenas o fim de preparar o caminho para acontecimentos que deviam realizar-se depois daquele tempo. De modo que nenhum elo pudesse faltar na corrente.
    Agora vamos entrar mesmo, no significado importantíssimo, nas mensagens ÀS SETE IGREJAS, e vocês vão ver quanta coisa preciosa está oculta até hoje aos olhos dos que não têm olhos de ver. E, entretanto, pregam Evangelho sem saber Apocalipse. Hoje quem não sabe Apocalipse já não sabe Evangelho. Este é o outro Evangelho, é o reverso. Temos que unir o verso e o reverso porque ambos são inseparáveis.
    Sim, meus amigos e meus irmãos, aguardem atentamente o sgnificado destas mensagens às Sete Igrejas que não verdade são mensagens a todos os cristãos da humanidade.
    QUE A PAZ DE DEUS ESTEJA COM TODOS AGORA E SEMPRE.
    GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, PAZ NA TERRA AOS HOMENS E MULHERES DA BOA VONTADE DE DEUS.
        
Programa nº 5 - ALZIRO ZARUR - continuação (6)

    VIREI-ME PARA VER QUEM FALAVA, isto é, a pessoa de quem vinha a voz.
    SETE CASTIÇAIS DE OURO, que significam?
    Estes não podem ser o antítipo do castiçal de ouro do antigo serviço típico do templo, por quê?
    Porque este era apenas um castiçal com sete braços, fala-se sempre dele no singular. Mas aqui não, são apresentados sete. E estes são, com mais propriedade, suportes de lâmpadas do que simplesmente castiçais. Suportes sobre os quais são postos lâmpadas para iluminarem o quarto. E não têm semelhança com o antigo castiçal. Pelo contrário: os suportes são tão distintos, tão separados uns dos outros que se vê o Filho do Homem, isto é, JESUS o Deus feito homem, a andar pelo meio deles. 
    FILHO DO HOMEM... Já que tocamos neste ponto, a figura central e absorvente da cena agora patenteada a João, é a majestosa forma de alguém semelhante ao FILHO DO HOMEM, representando o CRISTO. A descrição feita dele aqui, com suas ondulantes vestes, com seu cabelo branco, não pela idade mas pelo brilho da glória celestial, seus olhos irradiando fogo, seus pés fulgurantes como metal reluzente, sua voz com som de muitas águas (é o que está no texto) é de uma grandiosidade e de uma sublimidade realmente inexcedíveis. Que espetáculo extraordinário! Eis aqui uma coisa que a televisão jamais poderia fazer. Mas vocês com a imaginação compõem esse quadro belíssimo. Subjugado pela presença desta Augusta Entidade, deste Ser incomparável, que aconteceu? João caiu a seus pés como morto. Mas confortadora mão coloca-se sobre ele e uma voz de doce conforto lhe diz: NÃO TEMAS.

    
Programa nº 5 - ALZIRO ZARUR - continuação (5)

    Meus amigos e meus irmãos, pode parecer assim extemporâneo tratar da questão do SÁBADO quando ela parece liquidada; a dois mil anos liquidadas - muita gente fala, mas não está não! Muita coisa que parece verdadeira está errada e também dura 2000 anos, talvez mais. Ou será que nós podemos mudar os pensamentos de Deus? Evidentemente não. De modo que guardem bem estas palavras sobre o SÁBADO porque depois vão compreender por quê. Hoje foi assim "em passant", foi de raspão. Por quê? Porque João, o Evangelista, de passagem diz:  NO DIA DO SENHOR EU TIVE ESTA VISÃO ASSIM, ASSIM, NA ILHA DE PATMOS, NO DIA DO SENHOR.
    Mas vamos seguindo no versículo 11 até o 18:
    UMA VOZ QUE DIZIA: O QUE VÊS ESCREVE-O NUM LIVRO E ENVÍA-O ÀS SETE IGREJAS QUE ESTÃO NA ÁSIA: ÉFESO, ESMIRNA, PÉRGAMO, TIATIRA, SARDO, FILADÉLFIA E LAODICÉIA. ENTÃO VIREI-ME PARA VER QUEM FALAVA COMIGO E VIRANDO-ME VÍ SETE CASTIÇAIS DE OURO E NO MEIO DOS SETE CASTIÇAIS UM SEMELHANTE AO FILHO DO HOMEM, VESTIDO ATÉ OS PÉS COM UMA VESTE TALAR (UMA VESTE COMPRIDA) E CINGIDO PELO PEITO COM UM CINTO DE OURO. SUA CABEÇA E SEUS CABELOS ERAM BRANCOS COMO A LÃ BRANCA, COMO A NEVE. SEUS OLHOS ERAM COMO A CHAMA DE FOGO. E OS SEUS PÉS SEMELHANTES AO LATÃO RELUZENTE, COMO SE TIVESSEM SIDO REFINADOS NUMA FORNALHA. SUA VOZ ERA COM A VOZ DE MUITAS ÁGUAS. E ELE TINHA NA SUA DESTRA SETE ESTRELAS. DA SUA BOCA SAÍA UMA AGUDA ESPADA DE DOIS FIOS. SEU ROSTO ERA COMO SOL QUANDO NA SUA FORÇA  RESPLANDECE. E EU, QUANDO O VÍ, CAÍ A SEUS PÉS COMO MORTO. ENTÃO ELE PÔS SOBRE MIM A SUA DESTRA DIZENDO-ME: NÃO TEMAS; EU SOU O PRIMEIRO E O ÚLTIMO, AQUELE QUE VIVE; EU FUI MORTO, MAS EIS AQUI ESTOU VIVO PARA TODO O SEMPRE E TENHO AS CHAVES DA MORTE E AS CHAVES DO INFERNO.
Programa nº 5 - ALZIRO ZARUR - continuação (4)

    PONTO QUATRO: Postas de lado as três posições já examinadas, reclama agora a nossa atenção a quarta que identifica o DIA DO SENHOR como BADO DO SENHOR e é suscetível da mais clara e definitiva prova. 
     1 - Quando DEUS, no princípio, deu ao homem seis dias da semana para trabalhar,  expressamente reservou para sí o sétimo dia, colocou sobre ele a Sua Bênção e o reclamou como Seu Santo Dia. Ou será que DEUS é volúvel e hoje diz uma coisa, amanhã diz outra? Não tem saída!
     2 - Moisés disse a Israel, no deserto,  no sexto dia da semana: "Amanhã é repouso, é o SANTO SÁBADO DO SENHOR. Chegamos ao Sinai onde o grande Legislador Hebreu proclamou o seus preceitos morais com terrível solenidade. E neste supremo código assim reclama o seu Santo Dia: O SÉTIMO DIA É O SÁBADO DO SENHOR TEU DEUS. PORQUE EM SEIS DIAS FEZ O SENHOR O CÉU, A TERRA, O MAR E TUDO O QUE NELES HÁ E AO SÉTIMO DIA DESCANSOU. PORTANTO, ABENÇOOU, O SENHOR, O DIA DO SÁBADO E O SANTIFICOU. 
     Pelo Profeta Isaías, cerca de 800 anos mais tarde, falou DEUS nos seguintes termos: SE NÃO DESVIARES O TEU PÉ DO SÁBADO E DE FAZERES A TUA VONTADE NO MEU SANTO DIA, ENTÃO TE ALEGRARÁS NO SENHOR, TE DELEITARÁS NO SENHOR (Isaías, capítulo 58, versículo 3). E Isaías foi praticamente o 5º Evangelista. Profeta extraordinário! Previu tudo o que aconteceria com JESUS e aconteceu.
     Chegamos aos tempos do Novo Testamento, e aquele que é UM COM O PAI - pois Ele disse: "EU E O PAI SOMOS UM" - declara expressamente: "O FILHO DO HOMEM É O SENHOR DO SÁBADO". Pode alguém negar que o dia de que Ele enfaticamente declarou que era Senhor, seja de fato O DIA DO SENHOR? Temos assim, quer esse título se refira ao PAI ou ao FILHO, nenhum outro dia pode ser chamado DIA DO SENHOR, senão o SÁBADO.
     Deixamos aqui este ponto para novas considerações: nesta dispensação há um dia distinto acima dos outros dias da semana como sendo o DIA DO SENHOR. Este fato desaprova a pretensão de alguns que afirmam não haver sábado nesta dispensação, mas que todos os dias são iguais, e o denominam o DIA DO SENHOR. Podemos acrescentar um pensamento adicional ao que foi dito acerca da pretensão de que o DIA DO SENHOR, no versículo 10, se refere ao 1º dia da semana. Se em vez de o CRISTO dizer: O Filho do Homem até do sábado é Senhor, como podemos conferir no Evangelho segundo São Mateus, capítulo 12, versículo 8, se Ele tivesse dito: O Filho do Homem até do primeiro dia da semana é Senhor, não seria isto hoje apresentado como prova conclusiva de que o primeiro dia da semana é o DIA DO SENHOR. Eis aí, naturalmente com boa razão, então deve-se concordar que tem o mesmo pesdo para o sétimo dia em relação ao qual foram pronunciadas estas palavras: O SENHOR É TAMBÉM O  SENHOR DO SÁBADO - O FILHO DO HOMEM É SENHOR DO SÁBADO.                                                                                                                    
Programa nº 5 - ALZIRO ZARUR - continuação (3)

    TERCEIRO PONTO: Para o terceiro ponto de vista, que é o geralmente seguido, diga-se de passagem, o DIA DO SENHOR significa o "domingo" - 1º dia da semana. Desejaríamos, entretanto, uma prova. Que evidência temos nós para fazer semelhante afirmação? O próprio texto não define a expressão: DIA DO SENHOR. Por isso, se significa o primeiro dia da semana, devemos procurar noutra parte da Bíblia a prova de que este dia da semana é sempre assim designado.
     Os únicos outros escritores inspirados que falam no 1º dia, são: Mateus, Marcos, Lucas e Paulo Apóstolo. E falam dele simplesmente como primeiro dia da semana. Nunca falam dele distinguindo-o de qualquer outro dos seis dias de trabalho. Isto é notável para o ponto de vista popular. Porque três deles falam desse dia, na própria altura em que se diz, ter se tornado o DIA DO SENHOR, por se haver realizado nele a ressurreição de JESUS, e dois deles mencionaram cerca de 30 anos depois desse acontecimento.
     Aos que afirmam que DIA DO SENHOR era a expressão usual para o primeiro dia da semana, no tempo de João, o Evangelista, então nós perguntamos: Onde está a prova disso? Onde? Em que lugar? Não se pode encontrar. Mas nós temos a prova, justamente, do contrário: basta ver a HISTÓRIA DO SÁBADO de J. M. Andrews e ali o assunto é esclarecido de uma forma contudente. Se esta fosse a designação universal, do 1º dia da semana, na altura em que o Apocalipse foi escrito, o mesmo autor devia, certamente, chamá-lo assim em todos os seus escritos posteriores. Ora, João escreveu o Evangelho depois de ter escrito o Apocalipse e quase ninguém sabe disso. Todavia, no Evangelho, que é o Quarto Evangelho, ele chama ao primeiro dia da semana, não DIA DO SENHOR, mas simplesmente o primeiro dia da semana - é o domingo. Isto é muito importante!
    As provas de que o Evangelho foi escrito depois do Apocalipse estão nas notas de Burnes, nos Evangelhos, Dicionários Bíblicos, Bíblias anotadas por especialistas notáveis: Bloomfield,  e muitos outros. E o que mais ainda contraria a pretensão em favor do "1º dia" é o fato de que nem o Pai, nem o Filho jamais reclamaram ao atribuído qualquer dos outros dias de trabalho. DEUS não disse: ESSE É O MEU DIA. Só o fez com o SÁBADO.
    Prestem atenção! Peguem os Mandamentos. Isso passa despercebido, porque a treva sabe trabalhar muito bem, joga areia nos olhos de muita gente desavisada. O único dia que DEUS faz questão é o SÁBADO. Isso foi por acaso? E por acaso eu entraria nos Mandamentos, na Tábua das Leis?
    Meus amigos, se devesse chamar-se DIA DO SENHOR por se ter realizado no "domingo" a ressurreição de JESUS a inspiração nos teria, sem dúvida, informado disso. Mas há outros acontecimentos igualmente essenciais ao plano da salvação, como por exemplo, a crucificação, a ascenção aos céus. E na ausência de qualquer instrução sobre este ponto por que não chamaremos ao dia em que qualquer deles ocorreu, o DIA DO SENHOR? Com tanta razão como ao dia em que Ele ressuscitou dentre os mortos. Aí temos que dizer francamente que DEUS é maior do que JESUS. Ou será que o próprio JESUS não ensinou assim: que o Pai é maior do que Ele? Por que esta confusão dos que querem fazer de JESUS o próprio Pai, quando JESUS é o Filho Unigênito? Isto é muito importante! Está radicado, vinculado ao SÁBADO. Nós vamos chegar lá.