PROGRAMA 72 - ALZIRO ZARUR
Meus amigos e meus irmãos,
DEUS ESTÁ PRESENTE!
VIVA JESUS EM NOSSOS CORAÇÕES PARA TODO O SEMPRE!
Iniciamos hoje a explicação do capítulo 16º do Apocalipse de JESUS segundo São João.
Nesse capítulo, como antecipamos ontem, apresenta uma descrição das SETE TAÇAS daquela que NÃO MISTURADA IRA DE DEUS, e dos efeitos que se observam ao serem derramadas sobre a Terra.
Os leitores da Bíblia não concordam todos acerca do caráter e da cronologia destas pragas. Temos, portanto, de saber em primeiro lugar, qual a verdadeira posição a tomar sobre estes pontos.
São eles simbólicos e quase todos já cumpridos no passado da Humanidade como querem alguns?
Ou serão literais e todos futuros como outros, com a mesma convicção, querem afirmar?
Um breve exame das suas opiniões vai nos permitir uma segura conclusão.
Capítulo 16 do Apocalipse, versículos 1 e 2:
E OUVI, VINDA DO TEMPLO, UMA GRANDE VOZ QUE DIZIA AOS SETE ANJOS: IDE E DERRAMAI SOBRE A TERRA AS SETE TAÇAS DA IRA DE DEUS.
E FOI O PRIMEIRO E DERRAMOU A SUA TAÇA SOBRE A TERRA E SE FEZ UMA CHAGA MALIGNA NOS HOMENS QUE TINHAM O SINAL DA BESTA E QUE ADORAVAM A SUA IMAGEM.
Temos que ver a cronologia das PRAGAS.
A descrição desta PRAGA revela, logo, claramente, sua cronologia, porque é derramada sobre aqueles que têm o SINAL DA BESTA E ADORAM A SUA IMAGEM - obra idêntica àquela contra a qual nos adverte o TERCEIRO ANJO.
Temos aqui uma prova concludente de que estes JUÍZOS não são derramados sem que esse Anjo termine a sua obra, e que aqueles mesmos que ouvem a sua advertência e as rejeitam, são os que recebem as primeiras gotas das transbordantes TAÇAS DA INDIGNAÇÃO DE DEUS.
Ora, se estas PRAGAS estão no passado, então a IMAGEM DA BESTA e a sua adoração também estão no passado. E se estas são passadas, a BESTA DE DUAS PONTAS que faz ESTA IMAGEM E A SUA OBRA estão igualmente no passado. E se estas são passadas, então a mensagem do TERCEIRO ANJO, que nos adverte acerca desta obra, está também no passado. E se esta se encontra no passado, isto é, séculos no passado, onde esta opinião focaliza o começo das PRAGAS, então a primeira e a segunda mensagens que a precedem estão, também, há séculos de distância no passado.
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