PROGRAMA 88 - ALZIRO ZARUR - continuação 5
Mas, se a luz da LUA naquele estado é como a luz do SOL, como se pode dizer que ali não há noite?
A luz do SOL SERÁ SÉTUPLA, de modo que, embora a NOITE seja como o nosso dia, o dia será SETE VEZES mais luminoso, tornando ali o contraste entre o dia e a noite tão manifesto, talvez, como agora. Mas, ambos serão inexcedívelmente gloriosos.
O versículo 24, fala de NAÇÕES E REIS.
As NAÇÕES são nações dos salvos, e todos nós seremos REIS num certo sentido, no estado da NOVA TERRA. Possuiremos um reino e havemos de reinar com o CRISTO para todo o sempre.
Mas, segundo algumas parábolas do Salvador, como por exemplo, no Evangelho segundo São Mateus, capítulo 25, versículos 21 a 23, alguns ocuparão, em sentido especial, a posição de GOVERNADORES e podem assim chamar-se REIS DA TERRA em relação às nações dos salvos. Estes levam à cidade a sua glória e honra.
Quanto aos SÁBADOS E LUAS NOVAS ali sobem para adorar o SENHOR DEUS (Isaías, 66: 22).
E agora, meu irmão?
Desejarás uma parte das glórias eternas da CIDADE ETERNA?
Trata de ver, então, que o seu nome esteja inscrito no LIVRO DA VIDA DO CORDEIRO DE DEUS, porque só poderão entrar ali aqueles cujos nomes estejam nesse celestial LIVRO DE HONRA.
E aqui, começamos o Apocalipse no seu capítulo final que é o capítulo 22:
Versículo 1 - E MOSTROU-ME O RIO PURO DA ÁGUA DA VIDA, CLARO COMO O CRISTAL QUE PROCEDIA DO TRONO DE DEUS E DO CORDEIRO.
Versículo 2 - NO MEIO DA SUA PRAÇA, E DE UMA E DE OUTRA BANDA DO RIO, ESTAVA A ÁRVORE DA VIDA, QUE PRODUZ DOZE FRUTOS, DANDO O SEU FRUTO DE MÊS EM MÊS; E AS FOLHAS DA ÁRVORE SÃO PARA A SAÚDE DAS NAÇÕES.
O anjo continua a mostrar a São João as maravilhosas coisas da CIDADE CELESTIAL. No meio da rua da cidade estava a ÁRVORE DA VIDA.
Alziro Abrahão Elias David Zarur (Rio de Janeiro, 25 de dezembro de 1914 — Rio de Janeiro, 21 de outubro de 1979).
PROGRAMA 88 - ALZIRO ZARUR - continuação 4
Versículo 23:
E A CIDADE NÃO PRECISA DE SOL, NEM DE LUA PARA QUE NELA RESPLANDEÇAM, PORQUE A GLÓRIA DE DEUS A TENHA ALUMIADO EO CORDEIRO DE DEUS É A SUA LÂMPADA. 24 - E AS NAÇÕES ANDARÃO NA SUA LUZ E OS REIS DA TERRA TRARÃO PARA ELA A SUA GLÓRIA E SUA HONRA, 25 - E AS SUAS PORTAS NÃO SE FECHARÃO DE DIA, PORQUE ALI NOITE NÃO HAVERÁ. 26 - E A ELA TRARÃO A GLÓRIA E HONRA DAS NAÇÕES. 27 - E NÃO ENTRARÁ NELA COISA ALGUMA CONTAMINADA E QUE CONTAMINE E COMETA ABOMINAÇÃO E MENTIRA, MAS SÓ AQUELES QUE ESTÃO INSCRITOS NO LIVRO DA VIDA DO CORDEIRO DE DEUS.
Até parece a LBV dizendo:
- Quem não é Legionário não terá o seu nome inscrito no LIVRO DA VIDA, porque a LBV é a Instituição que mais se aproxima de JESUS pela REVELAÇÃO DO NOVO MANDAMENTO, por isso a maioria não entende a LBV, e ainda querem ensinar ao Irmão Presidente como deve agir, o que é que o Irmão Presidente deve fazer. Quantas crianças bem intencionadas!
- Irmão Presidente, visite o fulano!
- Irmão Presidente, faça um discurso assim, faça uma visitinha ao político fulano de tal.
- Ah! Presidente, não deixe escapar esta oportunidade!
Então será que JESUS se enganou?
Por que JESUS entregou a LBV ao Irmão Presidente e não a esses conselheiros de "araque"?
Deus se compadeça deles! Estão custando a entender, mas vão entender!
ALI NÃO HAVERÁ NOITE.
Essa é uma cidade que não haverá noite. Haverá, sem dúvida, dias e noites na NOVA TERRA, mas serão dias e noites de glórias inexcedíveis.
O Profeta falando desse tempo, diz:
E SERÁ A LUZ DA LUA COMO A LUZ DO SOL, E A LUZ DO SOL SETE VEZES MAIOR COMO A LUZ DE SETE DIAS. NO DIA EM QUE O SENHOR DEUS LIGAR A QUEBRADURA DO SEU POVO E CURAR A CHAGA DA SUA FERIDA (Profeta Isaías no Velho Testamento, capítulo 30: 26).
Versículo 23:
E A CIDADE NÃO PRECISA DE SOL, NEM DE LUA PARA QUE NELA RESPLANDEÇAM, PORQUE A GLÓRIA DE DEUS A TENHA ALUMIADO EO CORDEIRO DE DEUS É A SUA LÂMPADA. 24 - E AS NAÇÕES ANDARÃO NA SUA LUZ E OS REIS DA TERRA TRARÃO PARA ELA A SUA GLÓRIA E SUA HONRA, 25 - E AS SUAS PORTAS NÃO SE FECHARÃO DE DIA, PORQUE ALI NOITE NÃO HAVERÁ. 26 - E A ELA TRARÃO A GLÓRIA E HONRA DAS NAÇÕES. 27 - E NÃO ENTRARÁ NELA COISA ALGUMA CONTAMINADA E QUE CONTAMINE E COMETA ABOMINAÇÃO E MENTIRA, MAS SÓ AQUELES QUE ESTÃO INSCRITOS NO LIVRO DA VIDA DO CORDEIRO DE DEUS.
Até parece a LBV dizendo:
- Quem não é Legionário não terá o seu nome inscrito no LIVRO DA VIDA, porque a LBV é a Instituição que mais se aproxima de JESUS pela REVELAÇÃO DO NOVO MANDAMENTO, por isso a maioria não entende a LBV, e ainda querem ensinar ao Irmão Presidente como deve agir, o que é que o Irmão Presidente deve fazer. Quantas crianças bem intencionadas!
- Irmão Presidente, visite o fulano!
- Irmão Presidente, faça um discurso assim, faça uma visitinha ao político fulano de tal.
- Ah! Presidente, não deixe escapar esta oportunidade!
Então será que JESUS se enganou?
Por que JESUS entregou a LBV ao Irmão Presidente e não a esses conselheiros de "araque"?
Deus se compadeça deles! Estão custando a entender, mas vão entender!
ALI NÃO HAVERÁ NOITE.
Essa é uma cidade que não haverá noite. Haverá, sem dúvida, dias e noites na NOVA TERRA, mas serão dias e noites de glórias inexcedíveis.
O Profeta falando desse tempo, diz:
E SERÁ A LUZ DA LUA COMO A LUZ DO SOL, E A LUZ DO SOL SETE VEZES MAIOR COMO A LUZ DE SETE DIAS. NO DIA EM QUE O SENHOR DEUS LIGAR A QUEBRADURA DO SEU POVO E CURAR A CHAGA DA SUA FERIDA (Profeta Isaías no Velho Testamento, capítulo 30: 26).
PROGRAMA 88 - ALZIRO ZARUR - continuação 3
Versículo 21:
E AS DOZE PORTAS ERAM DOZE PÉROLAS, CADA UMA DAS PORTAS ERA UMA PÉROLA E A PRAÇA DA CIDADE DE OURO PURO COMO VIDRO TRANSPARENTE.
Quer compreendamos que estas portas eram de pérolas maciças, quer compostas de pérolas densamente incrustadas em algum outro material precioso, não afeta o testemunho. Se alguém objetasse que seria contrário à natureza das coisas uma pérola do tamanho de uma porta, responderíamos que DEUS é capaz de produzi-la. A objeção, simplesmente, limitaria o poder infinito de DEUS, mas em ambos os casos, as portas teriam exteriormente a aparência de pérolas, que na linguagem comum seriam descritas como portas de pérolas.
E AS RUAS DE OURO PURO?
Neste versículo, como também o 18, se diz que a CIDADE é construída de ouro puro semelhante ao vidro puro, ou seja, vidro transparente. Não é necessário concluir desta linguagem que o ouro puro seja por si mesmo transparente, mas considerai, por exemplo, o que constitui o pavimento da rua. Se fosse realmente transparente, apenas nos permitiria olhar através dele e ver o que estava por baixo da CIDADE, os substratos sobre que repousa, espetáculo que não podemos considerar como particularmente agradável.
Mas, suponhamos que o áureo pavimento da cidade é tão polido que reflita perfeitamente como o mais verdadeiro espelho, e podemos, imediatamente, ver que o efeito seria em extremo grandioso, verdadeiramente impressionante. Imaginai, um momento que seja, qual seria o aspecto de uma rua assim pavimentada.
Os suntuosos palácios de ambos os lados se refletiriam a ilimitada expansão do céu e, apareceria também espelhada, de modo que ao que andasse por essas ruas de ouro pareceria que tanto ele como a CIDADE estavam suspensos entre as infinitas alturas e as insondáveis profundidades.
É um espetáculo grandioso acima de tudo o que se pode conceber.
Versículo 22:
E NELA NÃO VI TEMPLO, PORQUE SEU TEMPLO É O SENHOR DEUS TODO PODEROSO E O CORDEIRO.
É Templo vivo. Com o Templo está relacionada a ideia de sacrifício e obra de meditação, mas quando a CIDADE for localizada na Terra, esta obra não se realizará. Mas o Templo na Velha Jerusalém, além de ser o lugar das ofertas de sacrifícios, constituía a beleza e a glória da cidade. E, como se fosse para antecipar a pergunta do que constituiria o ornamento e glória da NOVA CIDADE se ali não houvesse templo, o Profeta responde:
ORA, O TEMPLO É O SENHOR DEUS TODO PODEROSO E O CORDEIRO DE DEUS.
Parece que há agora um Templo na CIDADE (capítulo 16: 17).
A Revelação não nos informa sobre o que acontecerá a esse Templo quando a CIDADE descer. Talvez seja removido da CIDADE, destinado a outro uso de modo que deixe de ser o TEMPLO DE DEUS.
Versículo 21:
E AS DOZE PORTAS ERAM DOZE PÉROLAS, CADA UMA DAS PORTAS ERA UMA PÉROLA E A PRAÇA DA CIDADE DE OURO PURO COMO VIDRO TRANSPARENTE.
Quer compreendamos que estas portas eram de pérolas maciças, quer compostas de pérolas densamente incrustadas em algum outro material precioso, não afeta o testemunho. Se alguém objetasse que seria contrário à natureza das coisas uma pérola do tamanho de uma porta, responderíamos que DEUS é capaz de produzi-la. A objeção, simplesmente, limitaria o poder infinito de DEUS, mas em ambos os casos, as portas teriam exteriormente a aparência de pérolas, que na linguagem comum seriam descritas como portas de pérolas.
E AS RUAS DE OURO PURO?
Neste versículo, como também o 18, se diz que a CIDADE é construída de ouro puro semelhante ao vidro puro, ou seja, vidro transparente. Não é necessário concluir desta linguagem que o ouro puro seja por si mesmo transparente, mas considerai, por exemplo, o que constitui o pavimento da rua. Se fosse realmente transparente, apenas nos permitiria olhar através dele e ver o que estava por baixo da CIDADE, os substratos sobre que repousa, espetáculo que não podemos considerar como particularmente agradável.
Mas, suponhamos que o áureo pavimento da cidade é tão polido que reflita perfeitamente como o mais verdadeiro espelho, e podemos, imediatamente, ver que o efeito seria em extremo grandioso, verdadeiramente impressionante. Imaginai, um momento que seja, qual seria o aspecto de uma rua assim pavimentada.
Os suntuosos palácios de ambos os lados se refletiriam a ilimitada expansão do céu e, apareceria também espelhada, de modo que ao que andasse por essas ruas de ouro pareceria que tanto ele como a CIDADE estavam suspensos entre as infinitas alturas e as insondáveis profundidades.
É um espetáculo grandioso acima de tudo o que se pode conceber.
Versículo 22:
E NELA NÃO VI TEMPLO, PORQUE SEU TEMPLO É O SENHOR DEUS TODO PODEROSO E O CORDEIRO.
É Templo vivo. Com o Templo está relacionada a ideia de sacrifício e obra de meditação, mas quando a CIDADE for localizada na Terra, esta obra não se realizará. Mas o Templo na Velha Jerusalém, além de ser o lugar das ofertas de sacrifícios, constituía a beleza e a glória da cidade. E, como se fosse para antecipar a pergunta do que constituiria o ornamento e glória da NOVA CIDADE se ali não houvesse templo, o Profeta responde:
ORA, O TEMPLO É O SENHOR DEUS TODO PODEROSO E O CORDEIRO DE DEUS.
Parece que há agora um Templo na CIDADE (capítulo 16: 17).
A Revelação não nos informa sobre o que acontecerá a esse Templo quando a CIDADE descer. Talvez seja removido da CIDADE, destinado a outro uso de modo que deixe de ser o TEMPLO DE DEUS.
PROGRAMA 88 - ALZIRO ZARUR - continuação 2
O GLORIOSO FUNDAMENTO
Escreve Stuart que a palavra ADORNADOS pode suscitar aqui a dúvida se o autor quer dizer que, nas várias camadas do fundamento, só aqui e ali, estavam engastadas pedras preciosas ornamentais, mas olhando para a descrição em conjunto não apreendemos que este haja sido o seu significado.
O JASPE, como vimos acima, é geralmente uma pedra de cor verde, transparente como rubis vermelhos, mas há muitas variedades.
A SAFIRA, é de bela cor azul celeste, quase tão transparente e cintilante como o diamante.
A CALCEDÔNIA, parece ser uma espécie de ágata ou, mais propriamente, ônica. O ônix dos antigos era provavelmente de um branco azulado ou semi transparente.
A ESMERALDA, era de um verde vivo e a seguir ao rubi em dureza.
A SARDÔNICA, é a mistura de calcedônia e coralina, esta última de cor cárnea.
O SÁRDIO é, provavelmente, a coralina por vezes; porém o vermelho é vívido demais.
CRISÓLITO, como o próprio nome diz, é de uma cor amarelada ou dourada transparente, nele foi, provavelmente, inspirada a ideia do ouro transparente que constituiu o material da cidade.
O BERILO, é de uma cor verde-mar.
O TOPÁZIO de hoje, é contado como sendo amarelo, mas o topázio dos antigos era um verde pálido (basta consultar Plínio, 38-8; Turin, na página 37).
O CRISÓPRASO, de um amarelo pálido esverdeado como a chalota, por vezes, é classificxado como topázio.
O JACINTO, é de uma cor vermelha carregada ou violeta.
A AMETISTA, é uma pedra de grande dureza e brilho de cor violeta, e que não se encontra geralmente mais.
Há, portanto, uma classificação nesta disposição deslumbrante de cores, com mistura não muito diferente da disposição do arco-íris. É uma beleza que está acima do entendimento mortal.
O GLORIOSO FUNDAMENTO
Escreve Stuart que a palavra ADORNADOS pode suscitar aqui a dúvida se o autor quer dizer que, nas várias camadas do fundamento, só aqui e ali, estavam engastadas pedras preciosas ornamentais, mas olhando para a descrição em conjunto não apreendemos que este haja sido o seu significado.
O JASPE, como vimos acima, é geralmente uma pedra de cor verde, transparente como rubis vermelhos, mas há muitas variedades.
A SAFIRA, é de bela cor azul celeste, quase tão transparente e cintilante como o diamante.
A CALCEDÔNIA, parece ser uma espécie de ágata ou, mais propriamente, ônica. O ônix dos antigos era provavelmente de um branco azulado ou semi transparente.
A ESMERALDA, era de um verde vivo e a seguir ao rubi em dureza.
A SARDÔNICA, é a mistura de calcedônia e coralina, esta última de cor cárnea.
O SÁRDIO é, provavelmente, a coralina por vezes; porém o vermelho é vívido demais.
CRISÓLITO, como o próprio nome diz, é de uma cor amarelada ou dourada transparente, nele foi, provavelmente, inspirada a ideia do ouro transparente que constituiu o material da cidade.
O BERILO, é de uma cor verde-mar.
O TOPÁZIO de hoje, é contado como sendo amarelo, mas o topázio dos antigos era um verde pálido (basta consultar Plínio, 38-8; Turin, na página 37).
O CRISÓPRASO, de um amarelo pálido esverdeado como a chalota, por vezes, é classificxado como topázio.
O JACINTO, é de uma cor vermelha carregada ou violeta.
A AMETISTA, é uma pedra de grande dureza e brilho de cor violeta, e que não se encontra geralmente mais.
Há, portanto, uma classificação nesta disposição deslumbrante de cores, com mistura não muito diferente da disposição do arco-íris. É uma beleza que está acima do entendimento mortal.
PROGRAMA 88 - ALZIRO ZARUR
Meus amigos e meus irmãos,
DEUS ESTÁ PRESENTE!
VIVA JESUS EM NOSSOS CORAÇÕES PARA SEMPRE!
Este é o Apocalipse de JESUS segundo São João, capítulo 21, versículos 19 e 20:
E OS FUNDAMENTOS DO MURO DA CIDADE ESTAVAM ADORNADOS DE TODA PEDRA PRECIOSA. O PRIMEIRO FUNDAMENTO ERA DE JASPE; O SEGUNDO, SAFIRA; O TERCEIRO, CALCEDÔNIA; O QUARTO, ESMERALDA; O QUINTO, SARDÔNICA; O SEXTO, SÁRDIO; O SÉTIMO, CRISÓLITO; O OITAVO, BERILO; O NONO, TOPÁZIO; O DÉCIMO, CRISÓPRASO; O UNDÉCIMO, JACINTO; E O DUODÉCIMO, AMETISTA.
Eis aí uma cidade literal.
Se considerarmos esta descrição exclusivamente metafórica, como acontece com a grande maioria dos que professam ser mestres da Bíblia, espiritualizados, nesta CIDADE, reduzindo-a apenas a uma finalidade aérea, quão descabidas, diríamos até quão estultas se manifestam estas minuciosas descrições do Profeta.
Mas se a tomarmos, segundo o evidente desígnio do autor, na sua significação natural e óbvia, e considerarmos a CIDADE como o REVELADOR, evidentemente pretendia que nós a considerássemos a MANSÃO LITERAL, tangível.
Então, nossa gloriosa herança, cujas belezas havemos de ver com os nossos próprios olhos, como é exaltada a glória da CIDADE e a esta luz, embora o homem mortal, por si mesmo não possa conceber a grandiosidade das coisas que DEUS preparou para aqueles que O amam, e os homens podem se deleitar na contemplação das glórias da MANSÃO FUTURA.
Gostamos de nos deter nestas descrições que trazem à nossa mente, tanto quanto é possível a linguagem humana, a ideia da afinidade, da beleza que vai caracterizar a MANSÃO ETERNA.
Já nos absorvemos na contemplação de uma herança tangível, concreta. A coragem renasce e reaviva a esperança, e a fé empluma as suas asas.
Com profundo sentimento de ação de graças a DEUS, por ter posto ao nosso alcance obter uma entrada nas MANSÕES DOS REMIDOS, resolvemos de novo, apesar do Mundo e de todos os seus obstáculos, encontrarmos entre os participantes da vida celestial.
Contemplemos, portanto, as preciosas pedras fundamentais dessa linda CIDADE, através de cujas PORTAS DE PÉROLAS O POVO DE DEUS AUTÊNTICO poderá em breve penetrar.
Meus amigos e meus irmãos,
DEUS ESTÁ PRESENTE!
VIVA JESUS EM NOSSOS CORAÇÕES PARA SEMPRE!
Este é o Apocalipse de JESUS segundo São João, capítulo 21, versículos 19 e 20:
E OS FUNDAMENTOS DO MURO DA CIDADE ESTAVAM ADORNADOS DE TODA PEDRA PRECIOSA. O PRIMEIRO FUNDAMENTO ERA DE JASPE; O SEGUNDO, SAFIRA; O TERCEIRO, CALCEDÔNIA; O QUARTO, ESMERALDA; O QUINTO, SARDÔNICA; O SEXTO, SÁRDIO; O SÉTIMO, CRISÓLITO; O OITAVO, BERILO; O NONO, TOPÁZIO; O DÉCIMO, CRISÓPRASO; O UNDÉCIMO, JACINTO; E O DUODÉCIMO, AMETISTA.
Eis aí uma cidade literal.
Se considerarmos esta descrição exclusivamente metafórica, como acontece com a grande maioria dos que professam ser mestres da Bíblia, espiritualizados, nesta CIDADE, reduzindo-a apenas a uma finalidade aérea, quão descabidas, diríamos até quão estultas se manifestam estas minuciosas descrições do Profeta.
Mas se a tomarmos, segundo o evidente desígnio do autor, na sua significação natural e óbvia, e considerarmos a CIDADE como o REVELADOR, evidentemente pretendia que nós a considerássemos a MANSÃO LITERAL, tangível.
Então, nossa gloriosa herança, cujas belezas havemos de ver com os nossos próprios olhos, como é exaltada a glória da CIDADE e a esta luz, embora o homem mortal, por si mesmo não possa conceber a grandiosidade das coisas que DEUS preparou para aqueles que O amam, e os homens podem se deleitar na contemplação das glórias da MANSÃO FUTURA.
Gostamos de nos deter nestas descrições que trazem à nossa mente, tanto quanto é possível a linguagem humana, a ideia da afinidade, da beleza que vai caracterizar a MANSÃO ETERNA.
Já nos absorvemos na contemplação de uma herança tangível, concreta. A coragem renasce e reaviva a esperança, e a fé empluma as suas asas.
Com profundo sentimento de ação de graças a DEUS, por ter posto ao nosso alcance obter uma entrada nas MANSÕES DOS REMIDOS, resolvemos de novo, apesar do Mundo e de todos os seus obstáculos, encontrarmos entre os participantes da vida celestial.
Contemplemos, portanto, as preciosas pedras fundamentais dessa linda CIDADE, através de cujas PORTAS DE PÉROLAS O POVO DE DEUS AUTÊNTICO poderá em breve penetrar.
PROGRAMA 87 - ALZIRO ZARUR - continuação 5
O seguinte comentário ao versículo 16, o versículo que apresenta as dimensões da cidade celeste, é sem dúvida correto. Tem-se concluído do texto que a cidade NOVA JERUSALÉM deve ser tão alta quanto comprida, que o seu comprimento será de doze mil estádios ou 1.500 milhas. Parece completamente desnecessário dar à linguagem significado semelhante. A palavra - IGUAL - nem sempre está ligada a ideia de dimensões ou posição. É, frequentemente, usada no sentido de proporção. Se disséssemos que o comprimento, e largura, e altura da cidade estavam em proporção, não violentaríamos a linguagem.
Este ponto de vista é seguido por Guipoin na sua exposição apocalíptica, outro autor das leituras sobre Apocalipse, apresenta a mesma ideia com estas palavras: "A linguagem porém, pode ter outro significado e é muito mais natural. Não é que o comprimento, e a largura, e a altura fossem individualmente iguais uns aos outros, mas iguais a si próprios, isto é, o comprimento era por toda parte o mesmo, a largura por toda a parte a mesma, e mesma altura era perfeita, simétrica em todas as suas proporções. Isto é confirmado pela afirmação clara de que o muro tinha 144 côvados de altura ou 216 pés, a altura conveniente para um muro, ao passo que se diz que seu comprimento era tanto quanto a sua largura".
Este autor apenas atribuiu dezoito polegadas a um côvado.
A palavra grega ISOS no original é traduzida por - IGUAL - segundo (...) traz consigo o significado de proporção.
Bloonfield definindo uma das suas palavras cognatas isotonas, dá-lhe o sentido de proporção igual, e cita São Paulo, II aos Coríntios, capítulo 8: 13 e 14, como exemplo de que esta definição é absolutamente admissível: a altura da cidade era proporcional ao seu comprimento e largura. Este, certamente, admite esta interpretação e isto liberta a liguagem de toda e qualquer ambiguidade e a cidade de toda desproporção, mostra harmonia perfeita na descrição geral.
A FÁBRICA DO SEU MURO ERA DE JASPE.
Ora, jaspe é uma pedra preciosa geralmente descrita como tendo uma cor verde brilhante, por vezes anuviada de branco ou manchada de amarelo. Compreendemos que este seria o material do principal corpo de muro construído sobre os doze fundamentos a seguir descritos. Não esqueçamos que este muro de jaspe era como o cristal resplandecente (versículo 11), revelando todas as glórias do seu interior.
Meus amigos e meus irmãos, quando André Luiz mandou seu primeiro livro lá de cima, pela psicografia do Legionário Francisco Cândido Xavier, muita gente não acreditou, achou que aquilo era materialidade pura, que aquilo tudo era tão material quanto o que vemos aqui embaixo na terra, e, entretanto, tudo o que ele descreveu é puramente a verdade. André Luiz não inventou nada, ele apenas descreveu o que viu por lá. Diante disto, torna-se fácil entender o literalismo desta JERUSALÉM CELESTIAL como primeiro estágio da nossa emancipação da carne. A Evolução não se processa por saltos, a natureza não dá pulos - isto é da sabedoria antiga - nossa evolução é lenta, mas começa assim: do mineral para o vegetal, para o animal, para o hominal, e segue em rumo ao angelical, e ao arcangelical, ao crístico, até se integrar no próprio DEUS.
QUE A PAZ DE DEUS ESTEJA COM TODOS, AGORA E SEMPRE! VIVA JESUS!
O seguinte comentário ao versículo 16, o versículo que apresenta as dimensões da cidade celeste, é sem dúvida correto. Tem-se concluído do texto que a cidade NOVA JERUSALÉM deve ser tão alta quanto comprida, que o seu comprimento será de doze mil estádios ou 1.500 milhas. Parece completamente desnecessário dar à linguagem significado semelhante. A palavra - IGUAL - nem sempre está ligada a ideia de dimensões ou posição. É, frequentemente, usada no sentido de proporção. Se disséssemos que o comprimento, e largura, e altura da cidade estavam em proporção, não violentaríamos a linguagem.
Este ponto de vista é seguido por Guipoin na sua exposição apocalíptica, outro autor das leituras sobre Apocalipse, apresenta a mesma ideia com estas palavras: "A linguagem porém, pode ter outro significado e é muito mais natural. Não é que o comprimento, e a largura, e a altura fossem individualmente iguais uns aos outros, mas iguais a si próprios, isto é, o comprimento era por toda parte o mesmo, a largura por toda a parte a mesma, e mesma altura era perfeita, simétrica em todas as suas proporções. Isto é confirmado pela afirmação clara de que o muro tinha 144 côvados de altura ou 216 pés, a altura conveniente para um muro, ao passo que se diz que seu comprimento era tanto quanto a sua largura".
Este autor apenas atribuiu dezoito polegadas a um côvado.
A palavra grega ISOS no original é traduzida por - IGUAL - segundo (...) traz consigo o significado de proporção.
Bloonfield definindo uma das suas palavras cognatas isotonas, dá-lhe o sentido de proporção igual, e cita São Paulo, II aos Coríntios, capítulo 8: 13 e 14, como exemplo de que esta definição é absolutamente admissível: a altura da cidade era proporcional ao seu comprimento e largura. Este, certamente, admite esta interpretação e isto liberta a liguagem de toda e qualquer ambiguidade e a cidade de toda desproporção, mostra harmonia perfeita na descrição geral.
A FÁBRICA DO SEU MURO ERA DE JASPE.
Ora, jaspe é uma pedra preciosa geralmente descrita como tendo uma cor verde brilhante, por vezes anuviada de branco ou manchada de amarelo. Compreendemos que este seria o material do principal corpo de muro construído sobre os doze fundamentos a seguir descritos. Não esqueçamos que este muro de jaspe era como o cristal resplandecente (versículo 11), revelando todas as glórias do seu interior.
Meus amigos e meus irmãos, quando André Luiz mandou seu primeiro livro lá de cima, pela psicografia do Legionário Francisco Cândido Xavier, muita gente não acreditou, achou que aquilo era materialidade pura, que aquilo tudo era tão material quanto o que vemos aqui embaixo na terra, e, entretanto, tudo o que ele descreveu é puramente a verdade. André Luiz não inventou nada, ele apenas descreveu o que viu por lá. Diante disto, torna-se fácil entender o literalismo desta JERUSALÉM CELESTIAL como primeiro estágio da nossa emancipação da carne. A Evolução não se processa por saltos, a natureza não dá pulos - isto é da sabedoria antiga - nossa evolução é lenta, mas começa assim: do mineral para o vegetal, para o animal, para o hominal, e segue em rumo ao angelical, e ao arcangelical, ao crístico, até se integrar no próprio DEUS.
QUE A PAZ DE DEUS ESTEJA COM TODOS, AGORA E SEMPRE! VIVA JESUS!
PROGRAMA 87 - ALZIRO ZARUR - continuação 4
Agora, vejamos os versículos 15, 16, 17 e 18, deste capítulo 21 do Apocalipse de JESUS:
AQUELE QUE FALAVA COMIGO TINHA POR MEDIDA UMA VARA DE OURO PARA MEDIR A CIDADE, AS SUAS PORTAS E A SUA MURALHA. A CIDADE É QUADRANGULAR DE COMPRIMENTO E LARGURA IGUAIS. E MEDIU A CIDADE COM A VARA ATÉ DOZE MIL ESTÁDIOS. O SEU COMPRIMENTO, LARGURA E ALTURA SÃO IGUAIS. MEDIU TAMBÉM A SUA MURALHA, CENTO E QUARENTA E QUATRO CÔVADOS, CONFORME A MEDIDA DE HOMEM QUE É A DE UM ANJO. E A FÁBRICA DO SEU MURO ERA DE JASPE; E A CIDADE ERA DE OURO, SEMELHANTE A VIDRO PURO.
Eis aí as dimensões da CIDADE.
Segundo este testemunho a cidade está edificada num perfeito quadrado, medindo igualmente de todos os lados. Como declara São João, a medida da cidade era de doze mil estádios, correspondendo oito estádios de uma milha equivalem a mil e quinhentas milhas chamadas inglesas.
Pode-se compreender que esta medida seja a medida de todo o perímetro da cidade, não apenas de um lado. Segundo Gibbon, parece ter sido este o antigo método de medir as cidades, foi tirado todo o perímetro e se diz que essa é a medida da cidade.
Segundo esta regra, a NOVA JERUSALÉM dá 375 milhas de cada lado. Seu comprimento, largura e altura são iguais. Por esta linguagem levantou-se a dúvida sobre se a cidade seria tão alta quanto larga e extensa. A palavra traduzida em grego por - IGUAIS - é ISOS.
Pelas definições dadas por Scoth, sabemos que pode ser usada para sugerir ideia de proporção: a altura era proporcional ao comprimento e largura. E esta ideia é confirmada pelo fato de que o muro só tinha 144 côvados de altura.
Ora, atribuído ao côvado cerca de 22 polegadas, e é o comprimento mais geralmente atribuído ao côvado antigo, daria apenas 264 pés como altura do muro.
Ora, se a cidade é tão alta quanto comprida e larga, isto é, 375 milhas, este muro de menos de 300 pés seria, em comparação, extremamente insignificante. É provável, portanto, que a altura dos edifícios da cidade seja julgada pela altura do muro que é distintamente dado.
Segundo as medidas expostas, a NOVA JERUSALÉM tem de perímetro 2.400 quilômetros, ou seja, um quadrado com 600 quilômetros de cada lado e com um muro de 80 metros de altura.
Para dar uma ideia, a cidade ocupará uma área equivalente a quatro vezes a área de Portugal Continental.
Agora, vejamos os versículos 15, 16, 17 e 18, deste capítulo 21 do Apocalipse de JESUS:
AQUELE QUE FALAVA COMIGO TINHA POR MEDIDA UMA VARA DE OURO PARA MEDIR A CIDADE, AS SUAS PORTAS E A SUA MURALHA. A CIDADE É QUADRANGULAR DE COMPRIMENTO E LARGURA IGUAIS. E MEDIU A CIDADE COM A VARA ATÉ DOZE MIL ESTÁDIOS. O SEU COMPRIMENTO, LARGURA E ALTURA SÃO IGUAIS. MEDIU TAMBÉM A SUA MURALHA, CENTO E QUARENTA E QUATRO CÔVADOS, CONFORME A MEDIDA DE HOMEM QUE É A DE UM ANJO. E A FÁBRICA DO SEU MURO ERA DE JASPE; E A CIDADE ERA DE OURO, SEMELHANTE A VIDRO PURO.
Eis aí as dimensões da CIDADE.
Segundo este testemunho a cidade está edificada num perfeito quadrado, medindo igualmente de todos os lados. Como declara São João, a medida da cidade era de doze mil estádios, correspondendo oito estádios de uma milha equivalem a mil e quinhentas milhas chamadas inglesas.
Pode-se compreender que esta medida seja a medida de todo o perímetro da cidade, não apenas de um lado. Segundo Gibbon, parece ter sido este o antigo método de medir as cidades, foi tirado todo o perímetro e se diz que essa é a medida da cidade.
Segundo esta regra, a NOVA JERUSALÉM dá 375 milhas de cada lado. Seu comprimento, largura e altura são iguais. Por esta linguagem levantou-se a dúvida sobre se a cidade seria tão alta quanto larga e extensa. A palavra traduzida em grego por - IGUAIS - é ISOS.
Pelas definições dadas por Scoth, sabemos que pode ser usada para sugerir ideia de proporção: a altura era proporcional ao comprimento e largura. E esta ideia é confirmada pelo fato de que o muro só tinha 144 côvados de altura.
Ora, atribuído ao côvado cerca de 22 polegadas, e é o comprimento mais geralmente atribuído ao côvado antigo, daria apenas 264 pés como altura do muro.
Ora, se a cidade é tão alta quanto comprida e larga, isto é, 375 milhas, este muro de menos de 300 pés seria, em comparação, extremamente insignificante. É provável, portanto, que a altura dos edifícios da cidade seja julgada pela altura do muro que é distintamente dado.
Segundo as medidas expostas, a NOVA JERUSALÉM tem de perímetro 2.400 quilômetros, ou seja, um quadrado com 600 quilômetros de cada lado e com um muro de 80 metros de altura.
Para dar uma ideia, a cidade ocupará uma área equivalente a quatro vezes a área de Portugal Continental.
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