Alziro Abrahão Elias David Zarur (Rio de Janeiro, 25 de dezembro de 1914 — Rio de Janeiro, 21 de outubro de 1979).
Não Há Doenças Incuráveis
Não há doenças incuráveis para Deus. Todos os dias nós estamos ouvindo os testemunhos do povo, no programa Alziro Zarur, e vocês estão aprendendo alí o quê? Que não há segurança fora de Deus. Uma mulher curou-se de cancêr; outra curou-se de cegueira; outra de lepra, ou mal de Hansen, e ainda outra curou-se de diabetes... Quem é que disse que há doenças incuráveis? Há para os homens, não para Deus; porque estar com Deus é vencer todas as moléstias incuráveis. Deus faz milagres a toda hora para aqueles que têm fé, não para aqueles que duvidam da Sua Presença e do Seu Poder.
Como ensinava o Apóstolo Tiago: Quando orar, peça cada um com fé, sem duvidar de Deus, porque aquele que duvida de Deus é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma parte para outra. Não pense tal pessoa que receberá de Deus alguma coisa.
Você gosta de que ponham e dúvida o seu caráter, a sua nobreza, a sua retidão? Deus também não gosta e não admite brincadeiras. Quem quer D'Ele alguma coisa, se duvida do Seu Poder, como é que pode conseguir? Conta o Evangelho que, certa vez, vinha Jesus caminhando e um leproso o atalhou - Senhor! limpa-me, Senhor. Tu podes me limpar desta lepra! E o que é que Jesus perguntou a ele? Apenas isso: Tens fé? Acreditas que Eu tenha poder de limpar a tua lepra? E ele respondeu, imediatamente: Tenho, Senhor, fé absoluta no teu poder! Que aconteceu? Na mesma hora, no mesmo instante, secou a lepra daquele homem, e ele ficou com a pele novinha, como a pele de um bebê. Ora, quem não tem lepra neste mundo? Todo mundo tem lepra. Ela antes está no Espírito. Depois é que passa para o corpo. É a lepra da calúnia, a lepra do deboche, a lepra da canalha, a lepra da traição, a lepra da infidelidade... Tudo isso é lepra, e pior que a lepra que está no corpo.
Que sabe você de lepra, meu irmão? não há uma pessoa que não tenha a sua, e se você não se cuidar, se você não pagar o mal que fez com todo o bem que possa fazer, sua lepra vai também passar para o lado externo do corpo. Só há uma saída: é a prática do Bem.
(Alziro Zarur)
DOUTRINA DO CÉU
P – De que modo devemos
adorar o Pai?
R – O Cristo ensina: “Deus é
Espírito, e importa que aqueles que o adoram o adorem em Espírito e Verdade”.
No nosso lar, elevai-lhe o pensamento por meio da prece, tendo plena confiança
em sua bondade e em sua justiça. Adorais o Senhor amando e respeitando vossos
pais; amando o próximo, isto é, socorrendo-o em suas necessidades, perdoando-lhe
as ofensas, fazendo-lhe todo o bem possível; cumprindo, enfim, todos os deveres
que vos impões a Moral Cristã, não do cristianismo dos homens, mas do
CRISTIANISMO DO CRISTO, que é o do Novo Mandamento.
ALZIRO ZARUR
CRUZADA DE REEDUCAÇÃO GERAL
Alziro Zarur
P - Que devemos pensar de quem amontoa bens materiais para conseguir o supérfluo, em prejuízo dos que carecem do necessário?
R
- Esse infeliz egoísta não cumpre a Lei de Deus, e terá de responder
pelas privações que fizerem outrem sofrer. O homem sábio, na Era do
Apocalipse, transforma o dinheiro da iniquidade em dinheiro da salvação.
P - É censurável o desejo que o homem tem de conseguir seu bem-estar?
R - Não, pois é um desejo normal da criatura em busca do progresso. O abuso disso é que constitui o mal.
ABSINTO
O ABSINTO
A TERRÍVEL FINALIDADE DO ABSINTOAlziro Zarur
Qual a finalidade do Absinto, o planeta que Nostradamus chama de "o monstro"?
Ora,
nós sabemos que toda pessoa tem um perfume próprio do seu Espírito,
assim como tem uma coloração espiritual na sua aura, assim como tem uma
vibração peculiar que é sua, somente sua e de mais ninguém. O semelhante
atrai o semelhante. Uma pessoa de bem só se sente à vontade com outra
pessoa de bem. Uma mulher leviana só se sente bem com a leviana. Uma
Leviana não se sente bem com a honesta. Um homem honesto não se dá bem
com um ladrão. Um ladrão não pode se dar bem com um homem honesto. Há
uma repulsão instantânea da vibração pessoal de cada um. Ora, a Terra
passa por Ciclos Cósmicos, Crísticos, Históricos, de renovação; daí o
lema RENOVAR OU MORRER. A Terra está passando por um final de ciclo
trágico em que haverá separação dos bons e dos maus. Não será, porém,
pelo critério da pregação de católicos, protestantes, espíritas,
umbandistas. Não é como quer cada religião. Mas, como Deus quer! Deus,
que está acima de todas as religiões. O Absinto levará todos os réprobos
no seu bojo.
A VIDA E A MORTE (ALZIRO ZARUR)
P – Como o CEU da LBV explica
as palavras acrescentadas por Moisés ao Quinto Mandamento?
R – Comentando a Primeira
Revelação, ensinam os Evangelistas, assistidos pelos Apóstolos e pelo próprio
Moisés: - Este acréscimo teve por fim levar à obediência, e ao respeito à Lei
de Deus, um povo dominado pelo egoísmo e pelo interesse imediato. Daí suas
palavras, que seguem o Honra a teu pai e tua mãe: “para que teus dias
sejam prolongados na Terra que o Eterno, o Senhor teu Deus, te dará”. Já
explicamos: viver bem, e viver longo tempo, constituía para os hebreus a
primeira e única preocupação. Mas, na Terra que habitais, enquanto a ocupardes
pela encarnação (ou reencarnação), os seus e os vossos dias não podem ser
prolongados. Sob certos pontos de vista, a morte é determinada. Credes, porém,
fracas e finitas criaturas, que aquele que se move no infinito e abrange com o
seu olhar as plêiades inumeráveis de estrelas, de mundos que ele projetou na
imensidade, mede o tempo com os vossos compassos? Tudo é detido em sua marcha,
tudo tem determinada a sua duração, ao simples olhar daquele que é o Infinito.
Mas a barreira que se ergue diante de vós, não é determinada como o
interpretais. A duração da vida se regula pelo princípio que liga o Espírito ao
corpo. O cordão fluídico é a mola que põe em movimento o mecanismo corporal.
Determinada é a duração desta mola, mas dentro de uma amplitude que não podeis
compreender, que não se mede pelos minutos da vossa pêndula. Extensão mais ou
menos longa, que é dada de acordo com a maneira por que fizerdes uso dela. É
como um pedaço de borracha que se pode esticar até certo ponto, conforme a
maior ou menor força, a maior ou menor destreza que se empregue. Embora seja
difícil fazer-vos entender esta apreciação, vamos dar o sentido e o alcance do
que acabamos de afirmar. A duração do homem tem um limite natural, determinado,
no curso regular da existência, pelas leis imutáveis (porque perfeitas) da
natureza, pela ação e aplicação dessas leis, de conformidade com os meios e os
climas, por isso que os fluídos, que servem para formação dos seres humanos,
estão relacionados com os climas sobre os quis eles atuam. E a matéria está em
relação adequada com eles, porquanto, segundo a Lei de Harmonia Universal, TUDO
É DETERMINADO. Aí, nesse limite natural, é que está o momento irrevogável do
fim humano, fim contra o qual o livre arbítrio do homem nada pode, no sentido
de prolongar, além dele, a duração do corpo. Eis qual é, em sua verdadeira
significação, o instante fatal da morte. Neste sentido é que os dias da
criatura não podem ser prolongados: eles não podem ir além daquele limite
natural. Mas o livre arbítrio do homem pode, seja por meio de suas resoluções
espirituais, a saber, pelas determinações que toma como Espírito, ANTES DE
REENCARNAR, seja pelo o uso que faz da sua existência como reencarnado,
interromper o curso desta em determinado tempo, entre o instante do seu
nascimento e aquele natural limite, que é a hora fatal do fim humano. Neste
caso, pelas suas resoluções espirituais, tendo marcado o término da prova,
portanto a duração de sua existência terrena, o Espírito fica impedido de
atingir o termo geral desta – o seu limite natural. O corpo, então sob a
vigilância e a direção dos Espíritos prepostos à tarefa de velar pelo
cumprimento das provas, se forma em condições de durar o tempo predeterminado,
cabendo, porém, repetimos, ao Espírito reencarnado cumprir todas as obrigações
de que dependa a duração dele, até ao fim das provas a que serve de
instrumento. Cumpridas que sejam todas essas obrigações, o instante da morte é
irrevogável, porém não fatal, no verdadeiro sentido desta palavra, visto que o
resultado do uso que, do seu livre arbítrio, fez o Espírito antes de
reencarnar. Todavia, pode o homem, pelo exercício desse mesmo livre arbítrio,
pelo abuso que dele faça, pela maneira por que conduza a sua existência, deter
o curso desta antes do tempo marcado pelas suas resoluções espirituais, isto é,
pelas determinações que tomou, como Espírito, antes de reencarnar. Assim é que
o doente usa o livre arbítrio, tanto quanto cuida do seu corpo, para torna-lo
capaz de levar a cabo as provas que seu Espírito escolheu, como quando apressa
a sua morte, quer descuidando dele (o que muito se aproxima do suicídio),
quer praticando abusos e excessos, desde que tudo isso constitua infração das
obrigações que lhe caiba cumprir, para faze-lo durar até ao fim das provas que
escolheu. O tempo não é, pois, limitado segundo o vosso ponto de vista, se bem
que o seja em relação ao infinito e às leis que regem o Universo. Sim, o
instante da morte é fatal (no verdadeiro sentido da palavra), porque a vida
corpórea não pode ultrapassar o limite determinado. Não, o instante da morte
não é fatal, relativamente à duração da vossa existência restrita, porque o
limite natural, no curso regular da vida terrena, só raramente é atingido, pela
razão de que as vossas resoluções espirituais, ou os vossos atos, umas e outros
conseqüências do vosso livre arbítrio, impedem que o atinjais. Quando para o
homem é chegada a hora de partir, nada pode eximi-lo da partida. E isto se
verifica desde que essa hora chegue, ou porque o limite natural tenha sido
alcançado, ou por efeito de suas resoluções espirituais, ou em conseqüência de
atos seus que, dada a maneira porque haja conduzido a sua existência,
constituíram infração das obrigações que ele tinha necessidade de cumprir, para
que seu corpo chegasse ao termo das provas. Dentro dessa latitude, que vos é
concedida, podeis usar do vosso livre arbítrio que, não sendo assim, não
passaria de uma palavra oca, e infalivelmente traria, a todo aquele que
raciocina, a idéia de fatalismo, de automatismo, de escravidão moral e
espiritual. Há, porém, uma distinção a estabelecer, quanto à duração da vossa
existência, restringida, com relação ao limite natural, pelas vossas
resoluções espirituais, ou por vossos atos que, conforme o emprego que dais a
vida corporal, constituem infração das obrigações que tendes de cumprir, para
que vosso organismo dure até o término das provas. De acordo com o que já vos
dissemos, para a criatura (homem ou mulher) que cumpriu, que cumpre todas as
obrigações, e que – pelas suas determinações espirituais – escolheu uma duração
restrita para a sua existência, o instante da morte é e permanece irrevogável.
Nesse caso, qualquer que seja o perigo que o ameace, o homem não morrerá se
sua hora não tiver chegado. Qualquer que seja a situação em que se ache, os
meios apropriados a salva-lo serão preparados e colocados ao seu alcance, pelos
Espíritos prepostos ao encargo de vigiar o cumprimento das provas e expiações. Se,
ao contrário, a hora chegou, ele morrerá. Deste fato vós tendes milhares de
exemplos: quantas e quantas vezes, no mesmo lugar, uns morrem e outros se
salvam? E são casos de naufrágio, de incêndio, de desmoronamentos, de quedas,
como vereis na explicação dos Evangelhos de Jesus.
Espírito da Verdade - Doutrina do CEU - página 243 - ALZIRO ZARUR
FATALISMO E LIVRE ARBÍTRIO
P - Afirmou Jesus: "Dois pássaros não custam mais que um asse, e cinco não valem mais do que dois asses. Entretanto, nenhum deles cai na Terra sem que seja pela vontade do Pai, que não é indiferente nem à morte de pardal". E mais: "Até os cabelos das vossas cabeças estão contados". Qual a explicação dos Espíritos da Verdade para essas palavras do Mestre?
R - Não é Deus a bondade infinita, cujo olhar criador envolve num só golpe de vista, todas as suas criaturas? Não é Ela a vontade onipotente que governa o Universo? E tudo o que acontece não acontece com a Sua permissão? Todavia, NÃO ACREDITEIS QUE A SUA GRANDEZA INFINITA DESÇA A OCUPAR-SE COM AS PARTICULARIDADES DA VOSSA EXISTÊNCIA INFÍMA. Uma vez, porém, que seu poder regula todas as coisas, que os Espíritos prepostos à organização dos mundos - desde o ato da formação deles até às mais insignificantes particularidades - não agem senão de conformidade com a impulsão superior que receberam; e que, passando de um a outro, chega até vós, pode-se dizer que NEM MESMO UM PASSARINHO CAI NA TERRA SEM QUE SEJA PELA VONTADE DE DEUS. Mas não concluais desta explicação que o vosso livre arbítrio esteja, assim, comprometido de qualquer forma. A ação dos Espíritos, exercendo-se sob a potente direção do Soberano Senhor, em nada altera essa prerrogativa do Espírito, encarnado ou não; O LIVRE ARBÍTRIO É EMANAÇÃO DIVINA, ETERNA, QUE O SENHOR CONCEDE AS SUAS CRIATURAS, FOGO SAGRADO QUE LHES CUMPRE ALIMENTAR, PARA DELE PRESTAREM CONTAS NO DIA DO JUÍZO. Diante disso cabe-lhes entender a sentença do Cristo: "Até os cabelos das vossas cabeças estão contados". Tomadas ao pé da letra, estas palavras levariam a negação do livre arbítrio no homem, fortalecendo a crença no fatalismo. Elas são alegóricas, tais como as outras que o Mestre proferiu, a título de ensinamento. O homem goza da liberdade de praticar, ou não, um ato qualquer; mas esse ato TEM SEU PRINCÍPIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS REGULADOS PELAS LEIS NATURAIS, IMUTÁVEIS E ETERNAS, CUJA APLICAÇÃO E CUJA EXECUÇÃO ELE PROVOCA. NADA LHE SUCEDE QUE NÃO TEN HA SIDO PREVISTO PELA ONICIÊNCIA DO SENHOR, A QUAL, ENTRETANTO, DEIXA QUE OS ACONTECIMENTOS DA VIDA HUMANA SIGAM SEU CURSO E SUA MARCHA, CONFORME AO USO QUE O HOMEM FAZ DO SEU LIVRE ARBÍTRIO. Se bem que, sujeito a experimentar as boas e más influências que se exercem continuamente sobre ele; lhe caiba lutar entre o bem e o mal. O homem dispõe sempre do livre arbítrio, de uma vontade própria pessoal; portanto, em virtude desse livre arbítrio, dispõe da faculdade de praticar tanto o bem quanto o mal. DEPOIS DA MORTE, PROCEDE-SE A APURAÇÃO DOS PENSAMENTOS, PALAVRAS E ATOS, BONS E MAUS, DE CADA CRIATURA HUMANA. Sim, a bondade infinita de Deus vela, incessantemente, por todos os seus filhos. É assim que, em lhe sucedendo qualquer coisa na existência terrena, a solicitude do Senhor, por intermédio dos Bons Espíritos, faz sentir as suas influências no homem. Nenhum ato e nehum dos seus mais secretos pensamentos escapam à percepção do Senhor; chegada a hora da prestação de contas, pede Ele esta.
FATALISMO E LIVRE ARBÍTRIO
P - Afirmou Jesus: "Dois pássaros não custam mais que um asse, e cinco não valem mais do que dois asses. Entretanto, nenhum deles cai na Terra sem que seja pela vontade do Pai, que não é indiferente nem à morte de pardal". E mais: "Até os cabelos das vossas cabeças estão contados". Qual a explicação dos Espíritos da Verdade para essas palavras do Mestre?
R - Não é Deus a bondade infinita, cujo olhar criador envolve num só golpe de vista, todas as suas criaturas? Não é Ela a vontade onipotente que governa o Universo? E tudo o que acontece não acontece com a Sua permissão? Todavia, NÃO ACREDITEIS QUE A SUA GRANDEZA INFINITA DESÇA A OCUPAR-SE COM AS PARTICULARIDADES DA VOSSA EXISTÊNCIA INFÍMA. Uma vez, porém, que seu poder regula todas as coisas, que os Espíritos prepostos à organização dos mundos - desde o ato da formação deles até às mais insignificantes particularidades - não agem senão de conformidade com a impulsão superior que receberam; e que, passando de um a outro, chega até vós, pode-se dizer que NEM MESMO UM PASSARINHO CAI NA TERRA SEM QUE SEJA PELA VONTADE DE DEUS. Mas não concluais desta explicação que o vosso livre arbítrio esteja, assim, comprometido de qualquer forma. A ação dos Espíritos, exercendo-se sob a potente direção do Soberano Senhor, em nada altera essa prerrogativa do Espírito, encarnado ou não; O LIVRE ARBÍTRIO É EMANAÇÃO DIVINA, ETERNA, QUE O SENHOR CONCEDE AS SUAS CRIATURAS, FOGO SAGRADO QUE LHES CUMPRE ALIMENTAR, PARA DELE PRESTAREM CONTAS NO DIA DO JUÍZO. Diante disso cabe-lhes entender a sentença do Cristo: "Até os cabelos das vossas cabeças estão contados". Tomadas ao pé da letra, estas palavras levariam a negação do livre arbítrio no homem, fortalecendo a crença no fatalismo. Elas são alegóricas, tais como as outras que o Mestre proferiu, a título de ensinamento. O homem goza da liberdade de praticar, ou não, um ato qualquer; mas esse ato TEM SEU PRINCÍPIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS REGULADOS PELAS LEIS NATURAIS, IMUTÁVEIS E ETERNAS, CUJA APLICAÇÃO E CUJA EXECUÇÃO ELE PROVOCA. NADA LHE SUCEDE QUE NÃO TEN HA SIDO PREVISTO PELA ONICIÊNCIA DO SENHOR, A QUAL, ENTRETANTO, DEIXA QUE OS ACONTECIMENTOS DA VIDA HUMANA SIGAM SEU CURSO E SUA MARCHA, CONFORME AO USO QUE O HOMEM FAZ DO SEU LIVRE ARBÍTRIO. Se bem que, sujeito a experimentar as boas e más influências que se exercem continuamente sobre ele; lhe caiba lutar entre o bem e o mal. O homem dispõe sempre do livre arbítrio, de uma vontade própria pessoal; portanto, em virtude desse livre arbítrio, dispõe da faculdade de praticar tanto o bem quanto o mal. DEPOIS DA MORTE, PROCEDE-SE A APURAÇÃO DOS PENSAMENTOS, PALAVRAS E ATOS, BONS E MAUS, DE CADA CRIATURA HUMANA. Sim, a bondade infinita de Deus vela, incessantemente, por todos os seus filhos. É assim que, em lhe sucedendo qualquer coisa na existência terrena, a solicitude do Senhor, por intermédio dos Bons Espíritos, faz sentir as suas influências no homem. Nenhum ato e nehum dos seus mais secretos pensamentos escapam à percepção do Senhor; chegada a hora da prestação de contas, pede Ele esta.
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