PROGRAMA 72 - ALZIRO ZARUR - programa 2

    Então, os períodos proféticos sobre sobre os quais as mensagens estão baseadas, especialmente os DOIS MIL E TREZENTOS DIAS, já terminaram há séculos. E se assim é, as SETENTA SEMANAS DE DANIEL, do capítulo 9, retrocedem inteiramente para o tempo da dispensação judaica, e a grande prova da messianidade do CRISTO está totalmente destruída. 
    Mas já mostramos nos capítulos 7, 13 e 14, que a primeira e segunda mensagens foram dadas em nossos dias, em nossos próprios dias, os dias que estamos vivendo. 
    E a TERCEIRA está em processo de cumprimento, e a BESTA DE DUAS PONTAS subiu ao campo de ação e se está preparando para realizar a obra que lhe é atribuída, e que a formação da IMAGEM e a imposição da sua adoração se encontram no futuro. 
    E a não ser que todas estas posições possam ser derrubadas, as SETE ÚLTIMAS PRAGAS devem também serem atribuídas inteiramente a um futuro próximo. 
    Não tem saída!
    Mas, há outros motivos para localizá-las no futuro e não no passado, não faria sentido. Vamos a estes motivos:
    Primeiro - Com a QUINTA PRAGA os homens blasfemam de DEUS por causa das suas chagas. Sem dúvida, as mesmas chagas causadas pelo derramamento da PRIMEIRA PRAGA. Isto prova que estas PRAGAS caem todas sobre a mesma geração de homens, sendo alguns, indubitavelmente, eliminados por cada uma delas, enquanto outros sobrevivem através das terríveis cenas de todas. 
    Fato este que lança por terra a opinião de que começaram a se realizar há muito, no passado, e que cada uma ocupa séculos no seu cumprimento. 
    Porque, como podem, então, os que experimentaram a PRIMEIRA PRAGA, estar vivos ainda na altura da QUINTA?
    Segundo - Estas PRAGAS são o VINHO DA IRA DE DEUS SEM MISTURA, sem nenhum laivo de misericórdia, PRAGAS ameaçadas pelo TERCEIRO ANJO (Capítulo 14: 10; 15: 1). 
    Semelhante linguagem não pode se aplicar a quaisquer juízos sobrevindos à Terra enquanto o CRISTO modela entre o seu PAI e nossa raça caída. Por isso temos de localizá-las no futuro, quando houver terminado o tempo da angústia; o tempo da prova que é esta modelagem que vai aprimorar os espíritos no sofrimento.
    

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